De volta!
Estou de volta!
Ok, há quase 1 uma semana e meia, mas não deu para contar coisas antes!
A minha vinda foi meio caricata! O voo seria da TAAG. Cheguei ao aeroporto, fiz o check in e fui entrando! Tudo normal, ninguém disse nada. Comi qualquer coisa lá numa loja e, como o embarque estava marcado para as 20h50 fui andando para a sala de embarque. A sala de embarque do voo da Taag era mesmo ao lado da sala de embarque do voo da TAP para Luanda também e o embarque começava à mesma hora. Começou o embarque da TAP e o nosso, nada. Nem pessoas para fazer o embarque lá estavam quanto mais o embarque ser feito. Entretanto, estava lá sentadinha e entram 2 gajos na sala de embarque que decidem sentar-se próximo de mim. Um estava tocadito e o outro só não estava em coma alcoólico por acaso e traziam um saco do free shop! Com o quê perguntam vocês? Uma garrafa de vodka, claro. O embarque atrasou umas 2h30. Eventualmente lá começou, não sem antes eu ter mudado de lugar e sem um pouco depois disso o gajo do pré-coma se ter vomitado todo. Chamaram uma senhora para limpar aquilo, mas como o gajo estava em pré-coma, a senhora nem conseguia limpar aquilo como deve de ser. Depois chamaram uns médicos. Lá chegaram eles a tentar acordar o senhor e perguntar-lhe se não queria ir com eles para o limparem e darem qualquer coisa para tomar… Deram-lhe um copo de água e ele devia pensar que era vodka, porque logo quando deu um golo refilou que não queria aquela “merda”. Foi risota geral na sala de embarque!
Chegados ao avião, a tripulação deve-se ter lembrado que estava 2h30 atrasada e então desatou a falar ao microfone para as pessoas se despacharem a guardar a bagagem de mão e a sentarem-se para que pudessem fechar as portas e descolar!!!! Mas tipo de 30 em 30 segundos! Deu-lhes a pressa nakela altura!
Chegados a Angola, atrasados, claro, pelo menos teve a vantagem da fila para mostrar os documentos ser bem mais pequena que o normal, já que o voo da TAP já tinha chegado há bué. Atrasos na saída das malas, pois tá claro, que já eram poucos atrasos e eles queriam parecer muitos. E pronto, às 11h da manhã lá eu saí do aeroporto e encontrei o motorista, que estava lá desde as 6h30 da manhã (hora da suposta chegada do voo).
Enfim, um começo meio atribulado! A boa noticia era que só podia melhorar! Não muito, mas melhorou um pouco. A parte boa é que finalmente o meu projecto tinha começado e já tínhamos sala no cliente. A parte má era que estava com uma dor de cabeça daquelas mesmo grandes e que não passava por nada!
Enfim, 1º dia para esquecer. Como tal e só para respeitar as ordens do médico, fui à praia na 6ª feira santa e no sábado. No sábado fomos para o mossulo e andámos uns tantos quilómetros. O que custou foi a primeira parte, porque foi a travessia para a contracosta, pela parte mais larga da “ilha” sob areia escaldante, sem sombras (a parte interior é tipo deserto, mas sem os cactos). Mas é algo que vale a pena… na contracosta, como não há bares, a praia é praticamente deserta e a água é bem mais limpa, límpida e um pouco mais fresca (ainda assim, mais quente que no Algarve). É pena é a areia ter muito lixo. Se aquilo fosse tudo apanhado, seria certamente o paraíso. Domingo foi dia de descanso. Algum pessoal foi novamente para o mossulo, mas como eu tinha que ir ao supermercado, fiquei em Luanda e descansei um pouco. E ainda há quem duvide que estou aqui em Turismo! Se os inspectores lessem o meu blog percebiam logo que ninguém está sequer a pensar em trabalhar!
Um dia desta semana, na rua onde eu estava houve um camião que transportava sacas de milho que deixou cair parte da sua carga e algumas sacas romperam-se. Bem, era só ver uma catrefada de pessoal a chegar com baldes, sacos e alguidares e a apanhar o milho da estrada! E não, não era uma técnica de limpeza, embora, na realidade tenha servido esse nobre propósito!
Desta vez estou a morar num sítio diferente. O bairro chama-se Maianga e é um sítio calminho. Como a nossa casa é ao lado do estado-maior da força aérea, só temos seguranças à noite (os que lá estão durante todo o dia já metem algum respeito). Mas é na realidade um bairro calminho. Tenho uma casita só para mim! Um quarto grande, uma sala/ cozinha e uma casa de banho. Depois há mais duas casas também da Cap e um pátio com umas cadeiras e mesa, onde nos encontramos e jogamos às cartas. Está cá imenso pessoal da Cap, tanto que as casas já começam a ser poucas. E ainda vem mais pessoal, mas também estão quase a acabar as obras doutra casa na ilha, que terá 4 quartos. Na próxima estadia já devemos ficar nessa casa (o que é fixe porque como não nos metemos no meio da cidade, não há tanto transito de manhã).
Fiquem com o pôr do sol de sexta-feira santa (parece que o Filipe, um rapaz que mora numa das casas da Maianga também aparece!lol)
Ok, há quase 1 uma semana e meia, mas não deu para contar coisas antes!
A minha vinda foi meio caricata! O voo seria da TAAG. Cheguei ao aeroporto, fiz o check in e fui entrando! Tudo normal, ninguém disse nada. Comi qualquer coisa lá numa loja e, como o embarque estava marcado para as 20h50 fui andando para a sala de embarque. A sala de embarque do voo da Taag era mesmo ao lado da sala de embarque do voo da TAP para Luanda também e o embarque começava à mesma hora. Começou o embarque da TAP e o nosso, nada. Nem pessoas para fazer o embarque lá estavam quanto mais o embarque ser feito. Entretanto, estava lá sentadinha e entram 2 gajos na sala de embarque que decidem sentar-se próximo de mim. Um estava tocadito e o outro só não estava em coma alcoólico por acaso e traziam um saco do free shop! Com o quê perguntam vocês? Uma garrafa de vodka, claro. O embarque atrasou umas 2h30. Eventualmente lá começou, não sem antes eu ter mudado de lugar e sem um pouco depois disso o gajo do pré-coma se ter vomitado todo. Chamaram uma senhora para limpar aquilo, mas como o gajo estava em pré-coma, a senhora nem conseguia limpar aquilo como deve de ser. Depois chamaram uns médicos. Lá chegaram eles a tentar acordar o senhor e perguntar-lhe se não queria ir com eles para o limparem e darem qualquer coisa para tomar… Deram-lhe um copo de água e ele devia pensar que era vodka, porque logo quando deu um golo refilou que não queria aquela “merda”. Foi risota geral na sala de embarque!
Chegados ao avião, a tripulação deve-se ter lembrado que estava 2h30 atrasada e então desatou a falar ao microfone para as pessoas se despacharem a guardar a bagagem de mão e a sentarem-se para que pudessem fechar as portas e descolar!!!! Mas tipo de 30 em 30 segundos! Deu-lhes a pressa nakela altura!
Chegados a Angola, atrasados, claro, pelo menos teve a vantagem da fila para mostrar os documentos ser bem mais pequena que o normal, já que o voo da TAP já tinha chegado há bué. Atrasos na saída das malas, pois tá claro, que já eram poucos atrasos e eles queriam parecer muitos. E pronto, às 11h da manhã lá eu saí do aeroporto e encontrei o motorista, que estava lá desde as 6h30 da manhã (hora da suposta chegada do voo).
Enfim, um começo meio atribulado! A boa noticia era que só podia melhorar! Não muito, mas melhorou um pouco. A parte boa é que finalmente o meu projecto tinha começado e já tínhamos sala no cliente. A parte má era que estava com uma dor de cabeça daquelas mesmo grandes e que não passava por nada!
Enfim, 1º dia para esquecer. Como tal e só para respeitar as ordens do médico, fui à praia na 6ª feira santa e no sábado. No sábado fomos para o mossulo e andámos uns tantos quilómetros. O que custou foi a primeira parte, porque foi a travessia para a contracosta, pela parte mais larga da “ilha” sob areia escaldante, sem sombras (a parte interior é tipo deserto, mas sem os cactos). Mas é algo que vale a pena… na contracosta, como não há bares, a praia é praticamente deserta e a água é bem mais limpa, límpida e um pouco mais fresca (ainda assim, mais quente que no Algarve). É pena é a areia ter muito lixo. Se aquilo fosse tudo apanhado, seria certamente o paraíso. Domingo foi dia de descanso. Algum pessoal foi novamente para o mossulo, mas como eu tinha que ir ao supermercado, fiquei em Luanda e descansei um pouco. E ainda há quem duvide que estou aqui em Turismo! Se os inspectores lessem o meu blog percebiam logo que ninguém está sequer a pensar em trabalhar!
Um dia desta semana, na rua onde eu estava houve um camião que transportava sacas de milho que deixou cair parte da sua carga e algumas sacas romperam-se. Bem, era só ver uma catrefada de pessoal a chegar com baldes, sacos e alguidares e a apanhar o milho da estrada! E não, não era uma técnica de limpeza, embora, na realidade tenha servido esse nobre propósito!
Desta vez estou a morar num sítio diferente. O bairro chama-se Maianga e é um sítio calminho. Como a nossa casa é ao lado do estado-maior da força aérea, só temos seguranças à noite (os que lá estão durante todo o dia já metem algum respeito). Mas é na realidade um bairro calminho. Tenho uma casita só para mim! Um quarto grande, uma sala/ cozinha e uma casa de banho. Depois há mais duas casas também da Cap e um pátio com umas cadeiras e mesa, onde nos encontramos e jogamos às cartas. Está cá imenso pessoal da Cap, tanto que as casas já começam a ser poucas. E ainda vem mais pessoal, mas também estão quase a acabar as obras doutra casa na ilha, que terá 4 quartos. Na próxima estadia já devemos ficar nessa casa (o que é fixe porque como não nos metemos no meio da cidade, não há tanto transito de manhã).
Fiquem com o pôr do sol de sexta-feira santa (parece que o Filipe, um rapaz que mora numa das casas da Maianga também aparece!lol)

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